
Já tem certo tempo que voltei mais o foco dos textos às coisas pessoais, introspecção, observação do meio que me cerca e satisfação pessoal. Às vezes nos preocupamos demais com os problemas mundanos e nos esquecemos de nosso próprio bem estar.
O que nos faz bem? Bom, isso é uma pergunta que parece óbvia e deveria ser de pleno conhecimento de qualquer ser pensante. Particularmente, nada substitui nossa liberdade, somada com a companhia das pessoas que amamos, daquelas que temos afinidade, seja cônjuge ou grandes amigos. Notem, ser livre não nos obriga a ignorar relacionamentos sérios, mas sim, ter maturidade para sustentá-los. Para um “schopenhaueriano” – e dá-lhe neologismo! – como eu, até concordo que é bem mais complexo.
Fico vendo pessoas reclamando de tudo e de todos, resumindo-se em falar mal e criticar até a própria sombra. Creio que são frustrados, que não amadureceram o suficiente para encontrar o próprio equilíbrio, ou melhor, cuidar da própria vida.
Há tempos não freqüento locais que sei que não me farão bem, pelo contrário, evito! Para me levar a um pagode ou sertanejo, só se o motivo for muito bom e realmente valer a pena. Avalio sempre os prós e contras da situação.
Outra coisa que aprendi a evitar, pessoas extremamente materialistas – parece até contraditório para um “porco capitalista”, defensor da economia de mercado, mas não é -, daquelas que só falam em dinheiro e o colocam acima de tudo. Oras, uma coisa é querer ter uma vida saudável, condições financeiras estáveis, outra completamente diferente é pautar até mesmo suas atitudes com amigos e parentes sobre esses interesses. Colegas assim, quanto mais distantes, melhor!
Estamos todos cercados de hipocrisia, de corrupção, de falta de hombridade moral. Os valores da sociedade dançam conforme a música da vez. Nem por isso temos que mudar nossa personalidade, nosso padrão de conduta. Citando Aristóteles, em resumo é isso para praticamente todos nossos atos: “Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito.”
Sou um cético incorrigível, tentando ser extremamente racional, mas também um otimista em muitas coisas, e extremamente pessimista noutras. Seguindo ainda a linha aristotélica, creio que a virtude está sim, no meio termo, parece algo óbvio, meio Ying Yang; ou alguém acha que existiria um Deus sem o diabo? O bem sem o mal? Creio que tudo funcione para ser posto em equilíbrio, numa lei constante da ação e reação.
É curioso, a motivação deste texto foi um “plim”, que do nada me acertou. Lembrei das pessoas que foram e ainda são importantes para mim, até cheguei a teclar com algumas no MSN. Ligo o som, começa a minha preferida do AC DC, You shook me all night long. Pois é, o que nos faz bem, deve ser cultuado.
Enfim, é isso, de tempos em tempos, é bom refletir sobre o próprio Eu. Sobre atitudes, pesos e contrapesos. Pedindo e aceitando desculpas. Somos os primeiros a ganhar, sempre!
O que nos faz bem? Bom, isso é uma pergunta que parece óbvia e deveria ser de pleno conhecimento de qualquer ser pensante. Particularmente, nada substitui nossa liberdade, somada com a companhia das pessoas que amamos, daquelas que temos afinidade, seja cônjuge ou grandes amigos. Notem, ser livre não nos obriga a ignorar relacionamentos sérios, mas sim, ter maturidade para sustentá-los. Para um “schopenhaueriano” – e dá-lhe neologismo! – como eu, até concordo que é bem mais complexo.
Fico vendo pessoas reclamando de tudo e de todos, resumindo-se em falar mal e criticar até a própria sombra. Creio que são frustrados, que não amadureceram o suficiente para encontrar o próprio equilíbrio, ou melhor, cuidar da própria vida.
Há tempos não freqüento locais que sei que não me farão bem, pelo contrário, evito! Para me levar a um pagode ou sertanejo, só se o motivo for muito bom e realmente valer a pena. Avalio sempre os prós e contras da situação.
Outra coisa que aprendi a evitar, pessoas extremamente materialistas – parece até contraditório para um “porco capitalista”, defensor da economia de mercado, mas não é -, daquelas que só falam em dinheiro e o colocam acima de tudo. Oras, uma coisa é querer ter uma vida saudável, condições financeiras estáveis, outra completamente diferente é pautar até mesmo suas atitudes com amigos e parentes sobre esses interesses. Colegas assim, quanto mais distantes, melhor!
Estamos todos cercados de hipocrisia, de corrupção, de falta de hombridade moral. Os valores da sociedade dançam conforme a música da vez. Nem por isso temos que mudar nossa personalidade, nosso padrão de conduta. Citando Aristóteles, em resumo é isso para praticamente todos nossos atos: “Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito.”
Sou um cético incorrigível, tentando ser extremamente racional, mas também um otimista em muitas coisas, e extremamente pessimista noutras. Seguindo ainda a linha aristotélica, creio que a virtude está sim, no meio termo, parece algo óbvio, meio Ying Yang; ou alguém acha que existiria um Deus sem o diabo? O bem sem o mal? Creio que tudo funcione para ser posto em equilíbrio, numa lei constante da ação e reação.
É curioso, a motivação deste texto foi um “plim”, que do nada me acertou. Lembrei das pessoas que foram e ainda são importantes para mim, até cheguei a teclar com algumas no MSN. Ligo o som, começa a minha preferida do AC DC, You shook me all night long. Pois é, o que nos faz bem, deve ser cultuado.
Enfim, é isso, de tempos em tempos, é bom refletir sobre o próprio Eu. Sobre atitudes, pesos e contrapesos. Pedindo e aceitando desculpas. Somos os primeiros a ganhar, sempre!